homem segurando a garganta com sintomas de amigdalite

Conheça aqui os sintomas de amigdalite viral e bacteriana!

Os sintomas de amigdalite podem ser diferentes dependendo do tipo de infecção que está em curso, já que a doença pode ser provocada tanto por vírus quanto por bactérias.

Sendo assim, confira nesse artigo como identificá-los:

O que é amigdalite? 

A amigdalite é o resultado de um processo inflamatório que afeta as amígdalas, uma estrutura que fica situada entre o final da boca e o começo do nariz e da garganta.

Essa estrutura contém a responsabilidade de atuar na produção de linfócitos, as células que defendem o organismo. Essa defesa é ainda maior durante a alimentação. 

Ou seja, isso quer dizer que as amígdalas protegem o nosso corpo de agentes que inalamos ou ingerimos. Sendo assim, elas possuem um papel indispensável para o bom funcionamento do nosso organismo. 

A partir do momento em que inflamações virais e bacterianas acometem essa estrutura, o paciente afetado começa a sentir diversos incômodos e perceber que há algo de errado.

Essa doença pode atingir tanto homens quanto mulheres, especialmente crianças e adolescentes. 

dentista avaliando paciente com sintomas de amigdalite

Quais os sintomas de amigdalite?

Em resumo, os sintomas da amigdalite podem ser manifestados de diversas formas, sendo o principal deles o edema nas amígdalas, dores (na garganta, no ouvido, no pescoço e na cabeça) e formação de bolinhas brancas com pus na garganta.

Mas, essa condição também se manifesta de outras formas, como dificuldade para engolir, febre, sensação de corpo estranho na garganta, vermelhidão e incômodo ao falar. Em alguns casos, é possível que a amigdalite seja acompanhada de outros tipos de lesão. 

Sintomas de amigdalite viral

Os sintomas de amigdalite viral acabam sendo menos abrasivos e o principal causador de sua manifestação consiste no vírus da gripe.

Quando esse quadro é manifestado, outras complicações podem vir à tona, como é o caso de conjuntivite, faringite e processo inflamatório nas gengivas. 

Sintomas de amigdalite bacteriana

Por sua vez, os sintomas de amigdalite bacteriana são mais complexos do que o quadro anterior. Nessa situação, o paciente começa a sentir uma alta presença de febre e observa a formação de bolinhas brancas na garganta. 

Essa condição é conhecida como uma doença oportunista e, por essa razão, é muito importante que o paciente evite ter o seu sistema imune enfraquecido, passando a cuidar da saúde em dobro.

Por fim, existem, ainda, amigdalite crônica (tipo que acontece repetidamente, aparecendo diversos quadros seguidos) e a amigdalite aguda (tipo que acontece isoladamente, sendo um único quadro sem o surgimento de repetições). 

O que causa amigdalite?

Assim como você viu anteriormente, a amigdalite pode ser causada por vírus ou por bactérias. Quando se trata de uma infecção viral, o quadro costuma estar associado com a gripe, cujo fator responsável é o vírus influenza. 

No entanto, existem outras condições que são responsáveis pelo surgimento da amigdalite, como é o caso de sífilis, clima seco e frio, gonorreia, tabagismo, clamídia, imunidade baixa, tuberculose e refluxo gastroesofágico

A sua transmissão ocorre por meio de gotículas que são expelidas com tosse, espirros ou beijos. O ato de compartilhar objetos contaminados também pode ser responsável pelo surgimento do quadro. Entre esses objetos, estão copos, xícaras, escovas de dentes, garfos, colheres e garrafas de água.  

Quanto tempo dura uma crise de amigdalite?

Tendo em vista que se trata de uma condição responsável por causar bastante desconforto, é normal se perguntar quanto tempo duram os sintomas de amigdalite.

É possível que a amigdalite ocorra de forma simultânea com o processo infeccioso que originou o seu surgimento. No entanto, em algumas situações, a doença pode progredir ainda mais. 

De toda maneira, a média de tempo que essa doença costuma permanecer no corpo é de 3 a 7 dias. Dependendo da situação, urge a necessidade de esperar 10 dias para que a recuperação ocorra de forma adequada. 

mulher se perguntando quando os sintomas de amigdalite são graves

Quando a amigdalite é grave?

Embora o agravamento da amigdalite seja raro, há chances de ele acontecer. Normalmente, acontece quando o processo infeccioso é repetitivo ou quando a condição se dissemina para outras áreas da garganta, afetando a faringe e/ou laringe. 

Nessa situação, é muito importante que o paciente procure um profissional de saúde para que as amígdalas e a região sejam avaliadas.

Até porque, é necessário aderir esse cuidado para entender e combater os sinais graves que surgem, como a dificuldade para respirar.

O que é bom para acabar com os sintomas de amigdalite?

Os sintomas de amigdalite podem ser combatidos a partir da adoção de algumas medidas. Entretanto, é importante consultar um dentista para saber qual é a melhor alternativa para a sua situação.

De qualquer forma, as seguintes medidas podem ser eficazes para tratar a amigdalite:

  • Prevenção;
  • Uso de medicamentos;
  • Cuidados do dia a dia;
  • Intervenção cirúrgica.

1. Prevenção 

Assim como acontece para qualquer condição, a prevenção é o melhor caminho a ser seguido e o mais eficaz. Além de tudo, é possível colocar em prática de uma maneira muito simples. 

Para dar início aos cuidados, você pode optar por higienizar as mãos com uma frequência maior e atualizar a carteira de vacinação, já que os fatores responsáveis podem ser vírus e bactérias. 

Caso você tenha sido afetado pelos sintomas da amigdalite, é importante evitar a transmissão para outras pessoas. Sendo assim, o melhor a se fazer é evitar sair de casa e cobrir a boca e o nariz de maneira adequada ao tossir ou espirrar. 

2. Uso de medicamentos 

O uso de medicamentos para aliviar os sintomas de amigdalite depende bastante da causa do surgimento da doença. Na maioria das vezes, trata-se de uma infecção viral, portanto, os remédios mais indicados são aqueles que conseguem combater o mal-estar geral e as dores.

Já quando a infecção ocorre por causa de bactérias, urge a necessidade de tratá-la com medicamentos mais fortes, como antibióticos.

3. Cuidados do dia a dia 

Fora os cuidados da prevenção, os cuidados do dia a dia também podem ser aplicados quando a infecção já está em curso, visando combatê-la aos poucos.

Sendo assim, o ato de repousar, se hidratar e se alimentar adequadamente e de forma balanceada pode fazer com que o organismo se estabilize. À vista disso, recomenda-se fazer gargarejos com água morna e sal para otimizar ainda mais esse processo. 

4. Intervenção cirúrgica

Por fim, a intervenção cirúrgica é a última alternativa a ser adotada, visto que consiste na remoção das amígdalas. Esse procedimento é conhecido como amigdalectomia e só pode ser feito quando um profissional de saúde avalia a necessidade.

Geralmente, o procedimento é indicado quando o paciente já teve várias infecções em um ano ou diversas infecções por anos consecutivos. 

Visitas regulares ao dentista

As visitas regulares garantem ao paciente a oportunidade de realizar consultas odontológicas e oferecem ao profissional a possibilidade de acompanhar a saúde bucal dos pacientes.

Além disso, por meio das visitas regulares é possível estabelecer um histórico odontológico, o que garante que o dentista possa ter acesso a todos os procedimentos odontológicos que você já realizou.

Por meio delas também é possível detectar e tratar problemas como a cárie e o tártaro antes que se tornem complicações graves.

Isso só é possível por meio do tratamento precoce, que garante que eles não evoluam ameaçando a saúde de toda a boca.

Por meio delas também é possível fazer tratamentos rotineiros, como a profilaxia, que é a limpeza profissional dos dentes e deve ser realizada semestralmente (de 6 em 6 meses).

A profilaxia também garante a possibilidade de fazer a raspagem de tártaro e retirada da placa bacteriana.

Logo, as visitas periódicas também tornam possível o aconselhamento a respeito de bons hábitos de higiene bucal, fazendo assim com que o paciente melhore seus cuidados diários.

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