paciente pensando com quantos anos nasce o último dente

Com quantos anos nasce o último dente? Descubra tudo aqui!

Saber com quantos anos nasce o último dente é fundamental, já que alguns pacientes podem ter um atraso no nascimento ou até mesmo problemas por conta de posição inadequada do dente. 

À vista disso, confira como esse processo ocorre:

Afinal, com quantos anos nasce o último dente?

A formação completa dos dentes na arcada dentária ocorre entre a faixa etária de 15 a 25 anos, o que pode variar de pessoa para pessoa. Portanto, o último dente nasce durante o final dessa etapa. 

Também conhecidos como terceiros molares, os dentes sisos correspondem aos últimos dentes a nascerem em nossas bocas. Na maior parte das vezes, um indivíduo adulto contém quatro dentes sisos, sendo dois superiores e dois inferiores.

O nascimento de cada um ocorre aleatoriamente, fazendo com que os sisos se situem atrás de todos os outros dentes, no final da arcada dentária superior e inferior. 

Em algumas situações, os dentes do siso podem se prender ou se encaixar erradamente no osso. Em determinados casos, eles nem sequer saem.

Por essa razão, algumas pessoas acabam passando por uma sobreposição, um deslocamento dos outros dentes e uma formação de cárie localizada. 

Caso haja uma erupção parcial, o dente pode levar a infecções e inflamações, gerando uma condição chamada de pericoronarite. Essa condição é capaz de provocar diversos incômodos, como é o caso de dor, edema no rosto e na gengiva, halitose e irritação. 

Sem contar que, os terceiros molares contém a capacidade de causar dores de cabeça e enxaqueca, já que podem comprimir os feixes nervosos, a depender de como se situa dentro dos ossos do maxilar. 

Caso o indivíduo tenha completado 17 anos de idade e os dentes ainda não deram nenhum indicativo de erupção, torna-se fundamental conversar com um profissional de odontologia para avaliar a situação. 

Quando há necessidade, o dentista indica uma intervenção cirúrgica para a extração. Essa cirurgia só deve ser feita por um profissional capacitado, como um cirurgião-dentista bucomaxilofacial habilitado e em ambiente cirúrgico. 

mulher demonstrando incômodo por causa do siso nascendo

Como eu sei que o dente do siso está nascendo?

Agora que você já sabe com quantos anos nasce o último dente, é importante estar preparado para o seu nascimento.

A seguir, confira como saber que o dente siso está nascendo:

  • Inflamação;
  • Dor na região afetada;
  • Dor de garganta;
  • Cefaleia;
  • Infecção na gengiva;
  • Febre;
  • Movimentação dos dentes vizinhos;
  • Disfagia.

1. Inflamação

A inflamação é um sintoma comum e até mesmo esperado do nascimento do siso, já que se trata de um processo fisiológico.

No entanto, com a sua chegada, o paciente começa a sentir outros tipos de desconfortos, como é o caso de vermelhidão e inchaço na gengiva (próximos aos terceiros molares).  Saiba como identificar e tratar o problema aqui.

2. Dor na região afetada

A dor na região onde o siso está nascendo também é um dos sintomas frequentes, independente se o terceiro molar está nascendo da forma certa ou não.

No entanto, quando o dente siso está se desenvolvendo de forma inadequada, acaba tendo dificuldades para nascer, desencadeando processos inflamatórios e infecciosos no local. 

3. Dor de garganta 

Já a dor de garganta não é um sintoma tão comum assim, visto que aparece somente quando o processo infeccioso evoluiu para quadros mais agravados, instalando-se em tecidos mais profundos da região facial.

Nessas situações, a necessidade de procurar um dentista é ainda maior. Assim, o profissional irá prescrever medicamentos e avaliar a progressão da infecção. 

4. Cefaleia

Comumente, a cefaleia e os problemas com os dentes apresentam uma enorme relação. Afinal, um problema nos dentes também afeta a estrutura de músculos, nervos e articulações da cabeça, já que é a mesma da face. Dessa forma, uma grande tensão é formada em várias áreas do crânio.

Assim que uma pressão é gerada dentro e ao redor da mandíbula em razão do crescimento dos dentes molares, o paciente pode ter um agravamento de um quadro de dor de cabeça forte. 

5. Infecção na gengiva 

Como citamos logo no início do artigo, o nascimento do último dente pode levar ao surgimento de uma infecção na gengiva conhecida como pericoronarite. Esse quadro é responsável por provocar incômodos muito fortes. 

Quando se trata de quadros mais severos, há também um processo infeccioso nos ossos, o que pode levar a uma perda óssea e a uma perda dos tecidos de sustentação. A dor gerada é muito forte e pode estar acompanhada de edema na região facial e nos linfonodos do pescoço. 

Os microrganismos responsáveis pelo processo infeccioso na cavidade oral também podem fazer com que o indivíduo tenha halitose. Em razão dos malefícios, é muito importante procurar um profissional de odontologia. 

6. Febre

A febre é uma consequência do processo infeccioso formado durante o nascimento do siso. Ela pode ser leve ou moderada e desencadeia uma sensação de fadiga que pode ser extremamente incômoda no dia a dia. Embora os medicamentos antitérmicos sejam capazes de promover um alívio momentâneo, é essencial procurar um dentista.  

7. Movimentação dos dentes vizinhos

A partir do momento em que o siso se situa em uma posição inadequada, ocorre uma inclusão, em que o dente fica retido no osso e perde a capacidade de romper a gengiva. Geralmente, o fator responsável para isso é a ausência de espaço para o seu nascimento. 

Dessa forma, o dente molar passa a movimentar os outros, de forma a entortá-los e até mesmo causar um empilhamento. Em situações mais graves, atua na destruição e reabsorção da raiz dos dentes que se localizam ao seu redor. 

8. Disfagia

A disfagia é uma condição caracterizada por uma forte dor ao mastigar e engolir, que até mesmo impede esse processo. A razão para isso acontecer consiste no nascimento inadequado do siso, que gera um atrito com a bochecha e provoca feridas e úlceras. 

Quando o paciente não consegue movimentar a mandíbula para abrir a boca, o processo acaba ficando ainda mais difícil. Dessa forma, torna-se difícil fazer as refeições do dia a dia. 

Portanto, é fundamental cuidar da saúde bucal, evitando o surgimento de doenças mais graves como gengivite, periodontite, cisto dentígero, comprometimento da raiz e apinhamento.

Nem todo caso precisa da extração do dente, mas nas situações suscetíveis ao aparecimento de complicações, acaba sendo importante avaliar as indicações do dentista.

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Visitas regulares ao dentista

As visitas regulares garantem ao paciente a oportunidade de realizar consultas odontológicas e oferecem ao profissional a possibilidade de acompanhar a saúde bucal dos pacientes.

Além disso, por meio das visitas regulares é possível estabelecer um histórico odontológico, o que garante que o dentista possa ter acesso a todos os procedimentos odontológicos que você já realizou.

Por meio delas também é possível detectar e tratar problemas como a cárie e o tártaro antes que se tornem complicações graves.

Isso só é possível por meio do tratamento precoce, que garante que eles não evoluam ameaçando a saúde de toda a boca.

Por meio delas também é possível fazer tratamentos rotineiros, como a profilaxia, que é a limpeza profissional dos dentes e deve ser realizada semestralmente (de 6 em 6 meses).

A profilaxia também garante a possibilidade de fazer a raspagem de tártaro e retirada da placa bacteriana.

Logo, as visitas periódicas também tornam possível o aconselhamento a respeito de bons hábitos de higiene bucal, fazendo assim com que o paciente melhore seus cuidados diários.

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