Close up de jovem mulher asiática esfregando suas amígdalas inflamadas por conta de caroço na garganta

Caroço na garganta: sintomas e o que pode ser!

O caroço na garganta é um sintoma que pode causar muito alarde assim que percebido, isso já que tende a ser associado a um tumor em um primeiro momento.

Saiba mais sobre o caroço na garganta, possíveis motivações por trás e sinais de alerta neste artigo:

Caroço na garganta

O caroço na garganta se trata do aparecimento de uma massa anormal no pescoço que pode ser percebido em um exame.

Os caroços no pescoço podem ser doloridos ou indolores, o que varia de acordo com a causa, sendo que os indolores podem se manter imperceptíveis por um longo período de tempo.

A massa atípica pode estar associada a uma série de condições médicas, mas na maioria das vezes são associadas a inflamações e infecções. No entanto, é essencial recorrer ao consultório médico para que sejam solicitados exames para o diagnóstico e o tratamento precoce do problema.

O maior receio de causa por trás do caroço na garganta é o câncer no pescoço. Entre os exames que podem detectar o problema estão a ultrassonografia, exames de imagem, tomografia, ressonância magnética e PET-CT. Por meio desses exames, o médico consegue visualizar as estruturas do pescoço e perceber anormalidades na região.

Exames de sangue também podem ser indicados para analisar marcadores tumorais específicos que identificam a presença do câncer.

Mulher com caroço na garganta por dentro tocando o pescoço

Caroço na garganta por dentro e câncer no pescoço

Para recorrer à ajuda médica o quanto antes, é importante entender a relação do caroço na garganta com o câncer no pescoço.

Entre os principais sinais de alerta envolvendo a anomalia estão: caroço muito duro, dor na garganta e dificuldade de engolir e/ou rouquidão, feridas ou tumores na boca, novo caroço ou caroços em pessoa mais idosa.

É possível se alertar também quanto à vermelhidão ou escurecimento, que podem ser as primeiras indicações do desenvolvimento de um problema mais grave.

Entre demais sintomas a serem considerados são caroços que não desaparecem com o passar do tempo e aumentam progressivamente de tamanho, cansaço excessivo, engasgos frequentes, mal-estar, perda de peso, febre, sudorese noturna e múltiplos gânglios aumentados pelo corpo.

Pessoas com histórico de tabagismo ou etilismo devem se atentar ainda mais quanto ao aparecimento do caroço e demais sintomas, já que são sinais de alerta não só do câncer de pescoço, mas também do câncer de cabeça.

O que pode ser o caroço na garganta?

Antes de fazer alarde, é importante entender quais são as demais causas possíveis do caroço na garganta.

Confira quais são as demais possíveis motivações:

1. Gânglios linfáticos inflamados

Como vimos, uma das principais causas por trás do caroço na garganta é a inflamação, no caso, os gânglios linfáticos inflamados.

Uma vez que os gânglios linfáticos estão inflamados há a formação de ínguas que se manifestam como caroço que surgem na parte de trás do pescoço ou parte de trás da orelha.

Dependendo do gânglio inflamado, é possível perceber a incidência de dor e desconforto diante de contato.

O aparecimento dessas ínguas no pescoço pode ser causado por infecções ou inflamações por conta da gripe, amigdalite, otite e até mesmo inflamação do pescoço, podendo desaparecer depois de alguns dias.

As ínguas também podem sinalizar o linfoma de Hodgkin, principalmente em casos em que ela não diminui de tamanho e diante do aparecimento de outros sintomas.

2. Cisto

Os cistos são formações de conteúdo líquido que podem aparecer não só no pescoço, mas em qualquer parte do corpo.

Na região do pescoço, é a glândula tireoide que pode ser acometida pelo cisto. Nesse caso, os cistos são formados por uma membrana de revestimento e por alguma formação líquida em seu interior.

Em alguns casos, podem ser formados cistos sebáceos abaixo da pele (nódulos que se desenvolvem a partir da obstrução do orifício em que nascem os pelos do corpo humano) por conta do acúmulo de sebo, substância responsável pela lubrificação e proteção da camada da pele.

Os cistos sebáceos são caracterizados por serem moles, pequenos e indolores. No entanto, quando inflamados, tendem a causar vermelhidão, dor e aumentar a temperatura do local em que se desenvolvem.

Há ainda os cistos branquiais, que, por sua vez, apresentam um maior volume e são comuns em jovens. Por fim, há o cisto tireoglosso, que se forma na região central do pescoço, próximo ao gogó.

3. Lipoma

O lipoma é outro tipo de cisto que também pode aparecer em várias partes do corpo, inclusive o pescoço, e por sua vez é formado por células de gordura, uma película fibrosa e outros detritos de atividade do organismo. É considerado um tipo de tumor benigno.

Pode aumentar de tamanho ao longo do tempo, também podendo ser percebido o caroço ou nódulo abaixo da camada da pele. Entre os demais sintomas estão sinais de inflamação como vermelhidão e aumento de temperatura no local, além de dor.

4. Nódulo na tireoide

O caroço na garganta também pode ser um nódulo na glândula tireóide, localizada na região anterior do pescoço, abaixo da laringe e responsável pelo metabolismo, marcado pela produção de hormônios.

Os nódulos na tireoide são muito comuns em mulheres, com estudos mostrando 40% de proeminência nesse público. No entanto, vale ressaltar que a maioria desses nódulos é pequena e benigna, não requerendo exames como o de ultrassom.

5. Contratura no pescoço

A condição de contratura no pescoço pode causar a formação de um caroço doloroso na parte de trás do pescoço, isso devido a contração incorreta do músculo que não é capaz de voltar ao estado normal quando em repouso.

Normalmente, a formação desses tipos de caroços é dura e é acompanhada de dor e desconforto, fazendo com que os seus movimentos sejam limitados.

6. Aumento dos linfonodos

Os linfonodos atuam por todo o nosso corpo filtrando a linfa, líquido que circula pelo sistema linfático, possuindo uma consistência viscosa, pouca quantidade de proteínas e boa quantidade de leucócitos.

Uma vez que há algum tipo de infecção, os linfonodos acabam por sinalizar ao organismo. Com isso, o organismo pode reagir aumentando o tamanho do linfonodo da região do pescoço, o que leva a formação de ínguas.

Entre as principais motivações da formação das ínguas pode-se citar uma infecção nas amígdalas e ouvido. Se trata de uma causa benigna do caroço na garganta.

O aumento do linfonodo também pode estar ligado a uma inflamação ou infecção local.

7. Parotidite infecciosa

Por fim, se tratando de infecção podemos citar a parotidite infecciosa, popularmente chamada como caxumba ou papeira, que aparece inicialmente como um caroço entre a orelha e o queixo por conta da inflamação das glândulas parótidas, responsáveis pela produção de saliva. Essa infecção ocorre por conta da infecção de um vírus da família Paramyxoviridae.

A infecção pode causar outros sintomas além do caroço, tal como febre e dor na região.

Tratamento do caroço na garganta

O tratamento do caroço da garganta pode começar por meio de um relato ao dentista ou médico.

O dentista pode fazer o devido encaminhamento ao especialista responsável, seja ele oncologista, otorrinolaringologista, cirurgião de cabeça e pescoço, em caso que o caroço não desapareça com o tempo ou ao fim da infecção.

Com a detecção de células cancerígenas em um caroço ou linfonodo aumentado, é possível haver a remoção cirúrgica de toda a formação.

Em casos em que o tumor tome grandes proporções, o médico responsável pode também fazer a remoção da veia jugular interna, em conjunto aos músculos e nervos próximos.

Em caso de tumor no pescoço, o tratamento também pode ser feito por meio da radioterapia.

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Dentista mulher esperando paciente ao lado de maca de consultório

Visitas regulares ao dentista

As visitas regulares garantem ao paciente a oportunidade de realizar consultas odontológicas e oferecem ao profissional a possibilidade de acompanhar a sua saúde bucal, prevenir problemas envolvendo a saúde bucal e promover o diagnóstico precoce de doenças.

Além disso, por meio das visitas regulares é possível estabelecer um histórico odontológico, o que garante que o dentista tenha acesso aos procedimentos odontológicos já realizados e a possíveis tratamentos para garantir a sua saúde bucal.

O ideal é que a frequência em consultório sejam mantidas de 6 em 6 meses.

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