desenho de garganta com amigdalite bacteriana

Amigdalite bacteriana: causas e tratamento, saiba tudo aqui!

Amigdalite bacteriana, a inflamação na garganta que provoca dificuldade ao engolir alimentos diversos, falta de apetite, febre, dentre outros sintomas.

Se informe sobre os demais sintomas, tratamento e dicas de prevenção contra essa infecção: 

O que é amigdalite bacteriana?

A amigdalite bacteriana é uma inflamação das amígdalas causada por bactérias. As amígdalas são dois grupos de tecido linfático localizados na parte de trás da garganta, uma de cada lado.

Elas fazem parte do sistema linfático e desempenham um papel importante no sistema imunológico. Existem três pares de amígdalas no corpo humano: as amígdalas palatinas, as amígdalas faríngeas (adenoides) e as amígdalas linguais.

As amígdalas são parte integrante do sistema imunológico, ajudando a identificar e combater patógenos, como bactérias e vírus, que entram no corpo por meio da boca e do nariz, são responsáveis pela produção de linfócitos, células do sistema imunológico que desempenham um papel crucial na resposta imunológica.

Elas agem como filtros, ajudando a evitar que patógenos alcancem regiões mais profundas do sistema respiratório e do trato gastrointestinal.

Apesar de seu papel protetor, as amígdalas podem, em alguns casos, tornar-se inflamadas (amigdalite) devido a infecções bacterianas ou virais. 

A amigdalite bacteriana é frequentemente causada por bactérias do tipo Streptococcus, sendo a Streptococcus pyogenes a causa mais comum. Esta condição é também conhecida como “amigdalite estreptocócica”. 

O que causa amigdalite bacteriana?

garganta de mulher sendo avaliada por otorrinolaringologista

A amigdalite bacteriana é causada principalmente por bactérias, sendo a bactéria Streptococcus pyogenes (também conhecida como estreptococo do grupo A) a causa mais comum.

No entanto, outras bactérias, como Staphylococcus aureus, podem também desencadear a amigdalite bacteriana.

Os principais fatores que contribuem para o desenvolvimento da amigdalite bacteriana incluem:

  • Contato com bactérias: a infecção geralmente ocorre quando uma pessoa entra em contato direto com as gotículas respiratórias de uma pessoa infectada, por meio de espirros, tosse ou contato próximo.
  • Ambientes fechados: a amigdalite bacteriana é mais comum em ambientes fechados, como escolas e creches, onde as pessoas estão em contato recorrente e próximo umas com as outras.
  • Sistema imunológico fraco: indivíduos com um sistema imunológico enfraquecido têm maior probabilidade de contrair infecções bacterianas.
  • Idade: a amigdalite bacteriana é mais comum em crianças e adolescentes, embora adultos também possam ser afetados.
  • Estação do ano: a incidência de amigdalite bacteriana pode aumentar durante os meses de outono e inverno.

Os sintomas comuns da amigdalite bacteriana incluem dor de garganta persistente e dificuldade ao engolir.

Como é feita a transmissão? 

A amigdalite bacteriana é geralmente transmitida por meio do contato com gotículas respiratórias de uma pessoa infectada. As principais formas de transmissão incluem:

  1. Contato pessoal próximo.
  2. Gotículas respiratórias.
  3. Contato com superfícies contaminadas.
  4. Contato em ambientes fechados.
  5. Compartilhamento de objetos pessoais.

Contato pessoal próximo com uma pessoa infectada. Isso pode incluir beijos, abraços e compartilhamento de utensílios de comida.

A pessoa infectada pode espalhar gotículas respiratórias no ar quando fala, tosse ou espirra. Se uma pessoa saudável inala essas gotículas, pode ficar infectada.

As bactérias responsáveis pela amigdalite podem permanecer vivas em superfícies por algum tempo. Se uma pessoa saudável tocar em uma superfície contaminada e, em seguida, tocar o rosto, especialmente a boca, o nariz ou os olhos, ela pode ficar infectada.

Compartilhar objetos pessoais, como talheres, copos, toalhas e escovas de dentes, também pode contribuir para a transmissão.

É importante notar que a transmissão pode ocorrer mesmo quando a pessoa infectada não apresenta sintomas óbvios.

Portanto, é essencial praticar boa higiene, como lavar as mãos regularmente, evitar o compartilhamento de objetos pessoais e adotar medidas preventivas, especialmente durante surtos de infecções respiratórias. O uso de máscaras em ambientes onde a transmissão é mais provável também pode ser uma medida preventiva.

Amigdalite bacteriana: sintomas

mulher com as mãos na garganta sentindo dor devido a sintomas da amigdalite bacteriana

O diagnóstico do problema geralmente é feito por um profissional de saúde, que pode realizar um exame físico de garganta para identificar a bactéria causadora.

  • Dor de garganta intensa: a dor de garganta geralmente é um dos sintomas mais proeminentes.
  • Dificuldade ao engolir: a inflamação das amígdalas pode tornar a deglutição desconfortável.
  • Febre: pode haver um aumento na temperatura corporal.
  • Inchaço das amígdalas: as amígdalas podem parecer vermelhas e inchadas.
  • Pus nas amígdalas: em alguns casos, pode haver a formação de placas de pus nas amígdalas.

Os sintomas da amigdalite bacteriana podem durar de 5 a 7 dias.

Amigdalite X saúde bucal

A amigdalite, em si, não afeta diretamente a saúde bucal, pois as amígdalas estão localizadas na parte de trás da garganta e não estão diretamente relacionadas aos dentes.

No entanto, a condição causa desconforto na região da garganta e leva a sintomas como os descritos acima.

Como tratar essa inflamação?

Como tratar amigdalite bacteriana? Essa pergunta é a mais feita por pessoas que sofrem com essa inflamação, visto que é de grande incômodo. O tratamento geralmente envolve a utilização de antibióticos para tratar a infecção.

Caso suspeite estar com amigdalite bacteriana, o primeiro passo é consultar um médico especialista, podendo ser um otorrinolaringologista.

Se a amigdalite for causada por bactérias, especialmente o Streptococcus pyogenes (estreptococo do grupo A), o médico pode prescrever antibióticos, como penicilina ou amoxicilina. 

Medicamentos analgésicos e antitérmicos, como paracetamol ou ibuprofeno, podem ser recomendados para aliviar a dor de garganta e reduzir a febre.

Descansar e manter-se hidratado são componentes importantes do tratamento. Beber líquidos quentes, como chá ou caldo, pode ajudar a aliviar a dor de garganta.

Gargarejar com água salgada morna pode proporcionar alívio temporário da dor de garganta.

Evite fumar e se expor a substâncias irritantes para ajudar na recuperação.

Durante os primeiros dias do tratamento, a pessoa infectada deve evitar o contato próximo com outras pessoas para reduzir o risco de transmissão.

É fundamental seguir rigorosamente as instruções do médico e concluir todo o curso de antibióticos, mesmo que os sintomas melhorem antes do término do tratamento. Não se esqueça de manter a higiene bucal em dia. 

Como prevenir a amigdalite?

mulher assustada no dentista após descobrir que está com amigdalite

A prevenção da amigdalite, especialmente da forma bacteriana, envolve a adoção de medidas para reduzir o risco de infecções na garganta. 

Lave as mãos regularmente com água e sabão, especialmente após tossir ou espirrar, e antes de comer. O uso de desinfetante para as mãos à base de álcool também pode ser útil.

Evite o contato próximo com pessoas que têm infecções respiratórias, como resfriado ou gripe. Isso inclui beijos, abraços e compartilhamento de utensílios.

Cubra a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com um lenço ou o cotovelo. Isso ajuda a evitar a propagação de germes no ar.

Evite compartilhar utensílios de comida, copos, garrafas e outros objetos pessoais que possam transmitir germes.

Adote um estilo de vida saudável que inclua uma dieta equilibrada, exercícios regulares, sono adequado e gerenciamento do estresse para fortalecer o sistema imunológico.

Ao adotar essas práticas preventivas, é possível reduzir significativamente o risco de contrair amigdalite e outras infecções na garganta. Caso haja suspeita de amigdalite ou outros problemas de saúde, é importante procurar a orientação de um profissional médico.

Visitas regulares ao dentista

As visitas regulares garantem ao paciente a oportunidade de realizar consultas odontológicas e oferecem ao profissional a possibilidade de acompanhar a sua saúde bucal e prevenir doenças.

Além disso, por meio das visitas regulares é possível estabelecer um histórico odontológico, o que garante que o dentista tenha acesso aos procedimentos odontológicos já realizados e a possíveis tratamentos para garantir a sua saúde bucal.

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